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REABILITAR E CONSTRUIR CASAS VAI MESMO FICAR MAIS SIMPLES A PARTIR DE SETEMBRO

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A partir de setembro, reabilitar e construir casas em Portugal vai mudar e muito. A construção de habitação em Portugal sempre foi um percurso lento, burocrático e desigual entre municípios. Projetos que deveriam avançar em meses arrastam‑se por anos, travando investimento, encarecendo obra e bloqueando a resposta à crise habitacional.   Mas a partir de 1 de setembro de 2026 , entra em vigor um novo diploma que altera profundamente o Regime Jurídico da Urbanização e Edificação (RJUE) . E o impacto será imediato para proprietários, investidores, mediadores, projetistas e autarquias. Através deste artigo vamos explicar, de forma clara e prátic a, o que muda, para quem muda e como estas alterações podem transformar o mercado imobiliário . 1. Comunicação Prévia passa a ser realmente… prévia Até agora, mesmo na comunicação prévia, as Câmaras verificavam documentos antes do início da obra. Era uma verificação formal, mas consumia semanas ou meses e variava muito de município para mu...

NOVAS MEDIDAS FISCAIS PARA A HABITAÇÃO

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As medidas mais recentes do Governo para a habitação já aprovadas e com impacto direto em poupanças fiscais muito significativas,  concentram‑se sobretudo em MAIS-VALIAS, IRS, IMT e IVA , com foco no aumento da oferta de casas e no incentivo ao arrendamento. Eis o essencial, organizado de forma clara e prática. 1. Isenção de mais‑valias ao vender casa e reinvestir em imóveis para arrendar    Esta é a medida com maior potencial de poupança.   Passa a ser possível não pagar IRS sobre as mais‑valias  da venda de um imóvel se o valor total da venda for reinvestido na compra de casas destinadas ao arrendamento .    Condições principais: - O imóvel comprado tem de estar em Portugal.   - A renda máxima permitida é 2,5 salários mínimos (+/- 2.300 € em 2026) .   - O arrendamento deve começar até  6 meses  após a compra.   - O imóvel deve ser mantido 5 anos, com pelo menos 36 meses arrendado.   - Pode reinv...

COMO O CROWDFUNDING PODE SER A CHAVE PARA NOVOS PROJETOS

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O que é o crowdfunding imobiliário? Crowdfunding imobiliário é um modelo de financiamento coletivo em que vários investidores contribuem com pequenas quantias para financiar projetos imobiliários, desde construção e reabilitação até compra, arrendamento ou venda de imóveis.  É um sistema em que promotores imobiliários apresentam projetos numa plataforma digital e investidores financiam com valores reduzidos, recebendo depois rendimentos proporcionais ao sucesso do projeto.   Existem três modelos principais:  Equity crowdfunding -»»  o investidor torna‑se coproprietário.  Debt crowdfunding -»»  o investidor empresta dinheiro e recebe juros.  Revenue sharing -»» partilha das receitas do projeto  Quais as vantagens para o setor imobiliário (promotores e construtores)?  Acesso rápido a capital -»»  permite financiar projetos sem depender apenas da banca.   Validação de mercado -»»  se muitos investidores aderem, o projeto...

NOVO REGIME SIMPLIFICADO QUE PERMITE UNIR PRÉDIOS RUSTICOS CONTÍGUOS

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Há um novo regime simplificado que permite unir prédios rústicos contíguos, criando "um único prédio", com "uma só matriz" e "um único registo", reduzindo burocracia e custos. Este regime resulta das alterações ao "cadastro simplificado e ao BUPi", aprovadas pelo Governo e já em vigor. Qual é a essência do novo regime: Basicamente, o novo regime permite que vários prédios rústicos contíguos, pertencentes ao mesmo proprietário, possam ser anexados num único prédio, através de um procedimento simplificado no BUPi, usando uma única Representação Gráfica Georreferenciada (RGG). Como vai funcionar: 1) Verificar se os prédios são contíguos. Os terrenos têm de tocar uns nos outros e ter o mesmo proprietário. 2) Criar uma única RGG no BUPi. O técnico habilitado faz uma única RGG que representa o conjunto dos terrenos. Essa RGG passa a ser usada em todos os atos e registos necessários à anexação. 3) Depois da validação, com o registo e matriz unif...

ESPAÇO COMERCIAL PARA VENDA NA VILA DE GONÇALO - UMA OPORTUNIDADE ÚNICA NO CORAÇÃO DA BEIRA INTERIOR

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Valor de Venda: 99.700 € https://www.decisoesesolucoes.com/propriedade/?ref=DSBMTLA7&id=789845 Na encantadora vila de Gonçalo, onde a tradição se entrelaça com a paisagem e o quotidiano ainda respira autenticidade, encontra-se disponível para venda um espaço comercial singular, atualmente afeto a comércio tradicional e minimercado de produtos alimentares e diversos. Localizado no rés‑do‑chão de um edifício de três pisos, sendo os andares superiores destinados a habitação, este imóvel distingue‑se pela sua versatilidade e pela sua localização privilegiada. O espaço integra duas áreas continuas mas  independentes, com 60 m²  e  126 m² permitindo múltiplas configurações de negócio, expansão ou exploração diferenciada. Situado na  zona nobre da vila, junto ao Largo do Jardim, beneficia de um enquadramento urbano excecional, rodeado de serviços essenciais: pastelarias, bar, farmácia, posto da GNR e outros pontos de interesse que garantem fluxo e visibilidade permanent...

COMO BAIXAR O PREÇO DOS COMBUSTIVEIS... SEM BAIXAR O PREÇO DOS COMBUSTIVEIS

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Há momentos em que a política mexe com a nossa vida de forma direta. O preço dos combustíveis é um desses casos. Em apenas dois meses, o litro subiu cerca de 30% e a sensação imediata é de impotência. não controlamos o mercado, não controlamos a geopolítica, não controlamos as decisões que fazem o preço disparar. Mas há algo que controlamos: a forma como conduzimos. E é aqui que a matemática se transforma numa ferramenta de liberdade. Um exemplo real, que pode acontecer com qualquer um de nós, ao fazer uma viagem 600 km. Viagem Belmonte → Lisboa → Belmonte A viagem tem cerca de 300 km. Aos preços atuais, de +/- 2,00 €/litro, e com uma condução mais rápida, 120 a 140 km/h, o consumo médio de muitos veículos (o meu caso) ronda os 6,8 L/100 km . O custo da viagem rápipida: - Consumo total: 20,4 L - Custo por viagem: 40,80 € - Ida e volta: 82,00 € Agora, vejamos o que acontece quando reduzimos a velocidade média para 110–120 km/h, dentro dos limites legais e com uma condução mais suav...

CRÉDITO HABITAÇÃO: PORQUE DEVE VOLTAR A REVER AS CONDIÇÕES DO CRÉDITO?

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Nos últimos anos, milhares de famílias portuguesas têm sentido o impacto direto das oscilações da Euribor nas suas prestações de crédito habitação. Depois de um período de relativa estabilidade, tudo indica que estamos prestes a assistir a um novo aumento deste índice — e, com ele, a mais um acréscimo no valor mensal que muitos agregados já pagam com esforço. É precisamente nestes momentos que a informação e a prevenção fazem toda a diferença. Porque é tão importante rever o seu crédito habitação? A maioria das pessoas contrata o seu crédito habitação e, durante anos, mantém as mesmas condições sem questionar se continuam a ser as mais vantajosas. No entanto, o mercado financeiro muda, os bancos ajustam políticas, surgem novas ofertas e, sobretudo, a Euribor oscila — e cada oscilação tem impacto direto no seu orçamento. Rever o crédito não significa necessariamente mudar de banco. Significa, antes de mais, perceber: Se os juros que está a pagar continuam competitivos Se o seu spread ai...